quinta-feira, 11 de outubro de 2012


Saúde autoriza cirurgias de obesidade em mais um hospital do Noroeste

O Ministério da Saúde habilitou este mês mais dois hospitais paranaenses para a realização de cirurgias indicadas para pacientes com obesidade grave. Foram autorizados a realizar este tipo de procedimento oInstituto Nossa Senhora Aparecida, de Umuarama, e o Instituto Virmond, em Guarapuava.Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), somente 12 locais estão autorizados a fazer este procedimento no Paraná. , incluindo o Hospital Universitário de Maringá (HUM). O Hospital Regional do Noroeste, em Paranavaí, está aguardando o recredenciamento pelo Ministério da Saúde.De acordo com o superintendente de Gestão de Sistemas de Saúde da Sesa, Paulo Almeida, foi feita uma reavaliação dos serviços, sendo descredenciados os que faziam o quantitativo de cirurgias abaixo do que está previsto pelo Ministério da Saúde.“indicamos o credenciamento de serviços em regiões que antes eram desassistidas, como Guarapuava e Umuarama, para facilitar o acesso dos pacientes que estão na fila de espera pela cirurgia”, disse Almeida, em entrevista para a Agência Estadual de Notícias (AEN).Somente no primeiro semestre deste ano, foram realizadas 1.253 cirurgias de obesidade no Paraná, um aumento de quase 24% em relação ao mesmo período de 2011. Com os novos credenciamentos, a expectativa é ampliar o número de operações em 40% até o ano que vem.Comunicado da Sesa informou que os serviços credenciados devem oferecer assistência diagnóstica e terapêutica especializada, condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e equipe multidisciplinar adequados para o atendimento às pessoas portadoras de obesidade grave.
Critérios
Para entrar na fila de espera da cirurgia de obesidade grave os pacientes devem ser encaminhados pelos municípios através das unidades de saúde. Segundo o Ministério da Saúde, a avaliação inicial do obeso grave é feita por médico, na residência (saúde da família), em ambulatório (consulta especializada) ou em ambulatório de hospital credenciado/habilitado como Unidade de Assistência de Alta Complexidade ao Paciente Portador de Obesidade Grave. “As cirurgias bariátricas feitas pelo SUS atendem critérios rigorosos porque os pacientes com obesidade grave apresentam uma maior incidência de doenças associadas, entre elas diabetes, hipertensão arterial (pressão alta), apnéia do sono, doenças pulmonares e problemas cardíacos. Tal situ
gazeta maringá

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