Arquidiocese defende revogação do subsídio de R$ 25 mil para prefeito de Maringá
Em nota divulgada na tarde desta terça-feira (12), a Arquidiocese de Maringá se posicionou contrária ao subsídio de R$ 25 mil para prefeito e cobrou a retomada do debate sobre o reajuste aprovado pela Câmara Municipal de Vereadores em novembro passado, a exemplo do que ocorreu com os vereadores. Os chamados super-salários de R$ 12 mil foram revogados no mês passado com a aprovação do projeto que estabelece subsídio de R$ 6,9 mil aos representantes do Legislativo. A entidade religiosa também questiona os valores de R$ 12 mil para vice-prefeito e secretários municipais.Para a Arquidiocese de Maringá, o índice de reajuste dos subsídios do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais na próxima legislatura de 2013 a 2016 deve acompanhar o percentual de 8% concedido aos servidores municipais em 1º de abril deste ano. Ou seja, a Igreja Católica defende subsídio de R$ 18.724,00 e de R$ 9.020,00 para vice e secretários.Além de questionar os valores dos subsídios, a Igreja Católica defende a priorização dos plano de carreira aos servidores. "Consideramos também fundamental que a sociedade maringaense passe a participar ativamente do debate sobre o plano de carreira dos servidores municipais, que aguarda ser implantado pelo Executivo. Esperamos que tal plano atenda às justas reivindicações dos trabalhadores. Somente após tal providência – sempre ouvida a sociedade e partindo de critérios objetivos – será legítimo discutir novos valores de salários tanto para prefeito como para vice-prefeito e para secretários", diz a nota.
FONTE O DIÁRIO
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